Na conta que ninguém fez.
Você sabe seu faturamento. Você não sabe quanto custa trazer um cliente e quanto sobra em cada produto depois de tudo pago. Sem esse número, toda decisão é chute: quanto investir, o que escalar, o que aposentar.
Para quem vende infoproduto, mentoria ou pós-graduação
Tem curso, mentoria ou pós-graduação vendendo, tem audiência, tem gente comprando. Mas no fim do mês sobra pouco, e você não consegue apontar no papel nem onde o dinheiro foi, nem onde ele poderia estar entrando e não está.
Nem sempre o problema é o tráfego. Quase nunca é só o tráfego.
O Diagnóstico A Conta Real abre seu negócio produto por produto e pessoa por pessoa, e te devolve duas listas: onde está vazando e onde está a oportunidade que você já tem na mão.
Você fatura bem e sobra pouco, e não consegue apontar onde o dinheiro foi depois de tráfego, plataforma, comissão e reembolso.
Você tem um curso, tem uma mentoria, talvez uma pós-graduação. Mas eles não conversam entre si. Cada um vive sozinho.
O time cresceu, o custo cresceu junto, e a margem não.
Tem alguém na sua equipe que você já desconfia que está na função errada, mas você não tem critério para decidir.
As vendas ainda passam por você. Se você para, o comercial para.
A única alavanca que você conhece é o próximo lançamento. E cada lançamento está ficando mais caro que o anterior.
Não mais faturamento. Mais lucro, depois de tráfego, plataforma, comissão, reembolso e equipe.
Se as duas travaram, o resto da página é pra você.
Quando sobra pouco, todo mundo olha para o mesmo lugar: o tráfego. Troca de gestor, testa criativo novo, aumenta verba.
Às vezes é isso mesmo. Na maioria das vezes que a gente abriu uma operação por dentro, não era.
O dinheiro costuma vazar em quatro lugares:
Você sabe seu faturamento. Você não sabe quanto custa trazer um cliente e quanto sobra em cada produto depois de tudo pago. Sem esse número, toda decisão é chute: quanto investir, o que escalar, o que aposentar.
Nem sempre falta gente. Muitas vezes tem gente demais na função errada, ou uma pessoa boa carregando três cargos que deveriam ser dois. Isso não aparece como prejuízo. Aparece como margem que não cresce.
Seu cliente terminou seu produto. E agora, pra onde ele vai? Quem não tem próximo passo vive de cliente novo. E cliente novo é a coisa mais cara que existe.
Se a sua agenda é o gargalo do faturamento, o teto não é do negócio. É seu.
Identificar e corrigir esses vazamentos é o que transforma faturamento em lucro de verdade.
A conta que mostra o vazamento é a mesma que mostra a oportunidade. Ela só é lida na outra direção.
Quando a gente abre uma operação por dentro, quase sempre encontra dinheiro parado em quatro lugares:
Existe quase sempre um produto que dá a melhor margem e recebe a menor verba, porque a decisão de investir foi tomada olhando faturamento, não lucro. Descobrir isso não significa cortar. Muitas vezes significa investir mais, com segurança, num lugar onde você tinha medo de investir porque não sabia o número.
Cliente que terminou seu produto e não tem próximo passo é receita que você já conquistou e devolveu. É o dinheiro mais barato que existe no seu negócio: não precisa de tráfego novo, não precisa de audiência nova, não precisa de lançamento.
Muita empresária precifica pelo que acha que o mercado aguenta, não pelo que entrega. Ajuste de preço é a alavanca de margem mais rápida que existe, porque não tem custo adicional nenhum. É também a que mais dá medo de mexer sem critério. O critério vem da conta.
Se você ainda não tem um produto de alto valor no topo — pós-graduação, formação longa, mentoria premium —, sua autoridade provavelmente já sustenta um. Ele muda a natureza da conta: cada cliente passa a valer mais e o negócio deixa de depender de cliente novo.
E se você já tem, a pergunta é outra e quase ninguém faz: ele está sendo oferecido para quem já comprou seus produtos de entrada, ou você está pagando tráfego frio para vender direto o mais caro do seu portfólio? Pós-graduação vendida no frio custa caro e converte mal. Vendida para a base, é o produto mais lucrativo do mercado digital.
O diagnóstico existe para te devolver duas listas. Onde o dinheiro está saindo e não devia. E onde ele devia estar entrando e não está. Com a ordem do que mexer primeiro.
Esse é julho da nossa operação.
Entrada
R$ 260.303,39
100% do faturamento
Custo
R$ 105.611,81
40,6% do faturamento
Lucro líquido
R$ 154.691,58
59,4% do faturamento
Como o faturamento se divide
| R$ | % do faturamento | |
|---|---|---|
| Faturamento | 260.303,39 | 100% |
| (−) Tráfego pago | 61.490,19 | 23,6% |
| (−) Equipe fixa | 19.154,00 | 7,4% |
| (−) Comissões de vendas | 10.399,85 | 4,0% |
| (−) Ferramentas e operacional | 8.516,49 | 3,3% |
| (−) Impostos e contabilidade | 6.051,28 | 2,3% |
| = Lucro líquido | 154.691,58 | 59,4% |
Julho teve ainda R$ 30.398 de custo de entrega presencial, referente a turmas vendidas em meses anteriores. Fora da conta acima porque a receita correspondente também está fora dela.
No acumulado de 2026, de janeiro a julho, a operação fechou em 51,1% de lucro líquido. Em 2025 fechado, 54,6%. Julho não é o mês bonito escolhido a dedo.
Três coisas que a gente quer que você olhe nessa tabela:
23,6% do faturamento. A pergunta nunca foi “gastar menos com anúncio”. Foi “quanto essa operação aguenta pagar por cliente”, e esse número a gente calculou antes de investir.
Comissão a 4% significa time comercial vendendo, não dono vendendo. Essa é a linha que a maioria dos negócios digitais não consegue montar.
Parece pouco e quase nunca é. É a linha que mais cresce sem ninguém perceber, porque cada assinatura entra sozinha e nenhuma parece cara.


Esse é o número da nossa operação. Não é uma promessa do seu. A gente mostra a conta porque é exatamente ela que abre no seu diagnóstico.
O que acontece na sessão
Quanto cada um fatura e quanto cada um deixa depois de tudo pago.
O que aquele cargo deveria entregar, o que entrega e quanto custa.
Onde o dinheiro está saindo sem se justificar, incluindo as trocas de função necessárias quando existirem.
Qual produto merece mais verba, o que sua base já comprada deveria estar comprando, onde o preço está abaixo do valor entregue e qual é o próximo degrau da sua esteira.
O que mexer primeiro, segundo e terceiro, com ordem e prazo.
Você recebe um documento com tudo isso, seu, para usar com ou sem a gente.

Investimento
R$ 1.997
É pago porque diagnóstico gratuito não é diagnóstico, é reunião de vendas. Quem paga abre a planilha e abre o organograma. Quem não paga manda print.
Se depois fizer sentido construir junto, o valor é abatido da primeira mensalidade (válido por 30 dias).

Administradora. Sócia de uma empresa digital com esteira completa, do infoproduto de entrada até a pós-graduação, e com time comercial que vende sem ela na linha de frente.
Antes disso, anos dentro de uma agência dirigindo operação e sucesso do cliente, vendo dezenas de negócios digitais por dentro. E vendo o mesmo padrão se repetir: gente faturando alto sem saber onde o dinheiro estava indo.
Há mais de 7 anos ajudando empresas digitais a crescer de forma previsível. Ao longo da sua trajetória, participou da construção de estratégias responsáveis por mais de R$ 5 milhões em vendas, acompanhando operações de diferentes tamanhos, de especialistas em crescimento a empresas consolidadas.
Seu trabalho vai muito além de criar campanhas. É identificar os gargalos que impedem uma empresa de crescer, encontrar onde o lucro está sendo perdido e transformar dados em decisões estratégicas.
Porque tráfego sem estratégia compra cliques. Estratégia constrói crescimento, previsibilidade e lucro.
No digital, quem cuida do tráfego otimiza o ROAS e quem cuida da gestão descobre o prejuízo três meses depois. As duas pontas quase nunca sentam na mesma mesa.
Aqui sentam. A aquisição é desenhada a partir da margem, e não a margem descoberta depois da aquisição.
A gente te mostra o que o seu negócio já produz e você ainda não está cobrando. E pra onde está indo o que você já fatura.
Você não precisa de mais uma oferta. Precisa da conta.